Era pra eu cuidar de um filhote de dálmata (acho que era fêmea), e esse filhote (ou filhota) era muito pequeno, estupidamente pequeno… então eu o perdi, e passei o sonho inteiro procurando.
Enquanto procurava, encontrei um amigo muito misterioso, e esse amigo tentava me ajudar, mas só atrapalhava. Eu estava na casa da minha avó.
Surgia um rato bem pequeno, também, e ele ia parar na gaiola do sabiá da minha mãe, e os dois bichinhos travavam uma batalha digna de cinema; o sabiá se saiu bem na peleja, e comeu o rato. E o sabiá já não tinha cores de sabiá, ele se tornou um passarinho azul.
Uma salamandra corria atrás de mim, e eu continuava à procura da dálmata, que a essa altura já não era mais dálmata, era uma espécie de mistura de cachorro e rato…
E eu jamais a encontrava.