Quem estuda pra valer sabe que fim de semestre é uma correria danada (ou vai ver que só é correria para quem não estuda pra valer fikdik), bem, tenho uma porção de coisas para resolver…
Às vezes fico me perguntando por que me submeto a isso. Sim, acredito que o estudo vai me tornar uma pessoa melhor, claro que acredito, caso contrário não escolheria ser professora. Mas não sei definir, para mim, o que é sucesso profissional. Decorre de uma trajetória acadêmica admirável, com direito a mestrado e doutorado no exterior, ou é terminar a graduação e fazer o máximo possível para ser uma boa professora, me mudar para uma cidade no interior do Ceará e alfabetizar crianças numa escola rural?
De repente pode até ser cedo para pensar nisso, de repente tá é tarde. E de repente as grandes cabeças do nosso país também devessem refletir a respeito e tirar as ideias do papel, pois, diz o mestre, “é lá no tronco que tá o coringa do baralho”.
E agora sou obrigada a deixar a postagem meio que sem fim, porque estou analisando um fato social sob a ótica durkheimiana e tenho que entregar esse trabalho segunda, e escolhi um tema difícil demais, por sinal; aí você se compadece e me pergunta: “você gosta de estudar?”, aí eu, surpreendentemente, respondo de supetão: “é claro!”.
Nossas escolhas são sempre tão inconstantes, mas tenho ao menos uma certeza na vida: a leitura me proporciona alguns bons momentos. É confortante saber que, se um dia eu for presa, vou poder levar uns livros comigo.